segunda-feira, 23 de maio de 2016

Sarcopenia: O que é? E como tratar com a Alimentação?


Sarcopenia é uma síndrome que tem se tornado mais frequente ultimamente em consequência ao aumento da expectativa de vida, ou seja, pelo aumento dos idosos.
E o que é?
É a perda progressiva de massa muscular, e consequente da força, e aumento de fadiga, aquela sensação de cansaço, sabe?! E até queda de cabelo e unhas quebradiças.
Em quem mais acontece?
Ela ocorre com mais frequência em:
Mulheres,
Sedentários,
Fumantes,
E por fatores genéticos.
Como tratar com a alimentação?
Omega 3
Fazer o uso de ômega 2, principalmente com boas quantidades de EPA e DHA, e consumir alimentos ricos neste nutriente, como chia, linhaça, peixes (salmão, sardinha, atum).

Aminoácidos e Proteínas
O consumo proteico tem mostrado resultado bom na redução dos sintomas, boas opções são os aminoácidos, principalmente a LEUCINA, e o uso do whey proteína, sempre com o acompanhamento de um nutricionista para lhe ajudar, caso queira minha ajuda, entre em contato comigo! =)

Vitamina D
A vitamina D esta associada ao crescimento de células musculares e esqueléticas e com a síntese proteica. Lembre-se de consumir: peixes, ovo e alimentos amarelo alaranjados, e claro, de tomar SOL!
E finalmente, procure fazer algum exercício físico, uma caminhada, hidroginástica, pilates, ou algo que lhe faça bem, claro, sempre com orientação de um especialista.


Um beijo e ótimo dia a todos!

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Óleo de Coco! Vilão ou Aliado?


Venho aqui hoje falar sobre algo um pouco polemico! E antes de começar a falar vou deixar bem claro que darei o meu posicionamento atual quanto ao seu consumo. Este posicionamento foi tomado com base em estudos e em sua ação na prática.

Vou falar do O óleo de Coco.  
Aproximadamente 50% de sua composição é de ácido láurico. Entre as outras fontes lipídicas do coco está o ácido caprílico que possui ação antioxidante e é fonte de triglicerídeos de cadeia média (TCM), ótima opção para pré-treino.

O óleo de coco tem sido criticado por ser uma gordura satura e poder aumentar o risco de doenças do coração. Porém existem muitos estudos atualmente que mostram os benefícios do óleo de coco, e na prática temos visto seu efeito benéfico.

Além disso, tenho um depoimento pessoal do uso do óleo de coco. Eu possuo Hipercolesterolemia Familiar, meu pai tem Stent e meu Avô usa marca-passo, praticamente minha família toda tem colesterol alto. O meu colesterol dificilmente fica abaixo de 200, que é o limite. Mas como me alimento super bem, e faço exercício físico, decidi que não iria tomar medicamento. Somente usar os suplementos para me ajudar, como ômega 3, e fitoesterois. Além disso, a 3 meses consumo óleo de coco diariamente como pré-treino e algumas vezes consumo em outros momentos do dia também.

Para ter um controle do meu colesterol faço exame a cada 6 meses. Fiz meu exame faz 2 semanas e para minha surpresa meu colesterol veio: 189, fiquei MUITO feliz. Ao mesmo tempo tive acesso ao parecer sobre o óleo de coco. Incentivando as pessoas a não consumirem o óleo de coco pela falta de estudos suficientes mostrando o seu benefício.

Fiquei chocada. E me questionei se deveria me posicionar de alguma forma. Não quero causar polemica nem ser radical.
 O que gostaria de passar é que com uma boa orientação nutricional, e um bom acompanhamento acredito que o consumo do óleo de coco é benéfico sim. E pode ser indicado. Ele só não pode ser consumido de forma desenfreada, como qualquer outro alimento. Como eu sempre digo, o equilíbrio é fundamental sempre!

Pense nisso!


Beijos e ótimo dia a todos!

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Comer Fibra a noite melhora a noite de sono


Sempre recomendo o consumo de fibras, para meus pacientes, amigos, familiares, etc...
A fibra tem uma ação muito boa tanto na gordura, quanto no açúcar, reduzindo a absorção de ambos. Além disso, ela ajuda a reduzir os níveis de colesterol sanguíneo e também de açúcar no sangue, reduzindo risco de diabetes. E o que é mais legal é que saiu um estudo agora mostrando que ela ajuda a melhorar o sono. Bacana, né?!
Veja abaixo os dez alimentos com mais fibra, segundo os dados da Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (Taco). A semente de linhaça fica em primeiro lugar com 33,5 gramas de fibra em cem gramas do alimento. Depois vem o pequi cru, o pinhão cozido e a farinha de centeio. Para fazer o ranking, foram desconsiderados itens que não são consumidos (como pó de café ou feijão cru).

1) Semente de linhaça – 33,5 gramas de fibra alimentar/ 100 g de alimento
2) Pequi cru – 19 g/ 100 g
3) Pinhão cozido – 15,6 g/ 100 g
4) Farinha de centeio integral – 15,5 g/ 100 g
5) Pipoca – 14,3 g/ 100 g
6) Feijão
Quase todos os tipos têm muita fibra. O jalo e o roxo são os campeões, com 13,9 e 11,5 gramas de fibra por 100 gramas de alimento, respectivamente. O carioca tem 8,5 g de fibra/ 100 g do grão, e o preto, 8,4.

7) Semente de gergelim – 11,9 g/ 100 g
8) Amêndoa torrada – 11,6 g/ 100 g
9) Aveia em flocos, crua – 9,1/ 100 g
10) Amendoim cru – 8 g/ 100 g

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Zinco, Mineral importante para a pele!


O zinco não é uma vitamina, mas sim um mineral importantíssimo para a saúde e no funcionamento de mais de 200 enzimas importantes para o nosso metabolismo.

Mas porque ele é tão bom? E ajuda bem em nossa pele?

Imunidade Boa
Ele mantém a imunidade da pele sempre alerta contra invasores como os vírus e as bactérias,

Tchau Tchau Acne
 Controla a secreção sebácea, sendo interessantíssimo para quem tem acne ou pele oleosa,

Sem Mancha
 Aajuda a clareara pele e ainda é fundamental para a proteção do colágeno e a elastina.

Cabelo no Lugar
O zinco traz benefícios únicos para a pele dos homens que tendem a sofrer mais com sua falta do que as mulheres, pois ajuda a manter os cabelos no lugar - ele tem ação antiqueda por equilibrar o hormônio testosterona

Pele Jovem
Ajuda também a combater os efeitos nocivos dos radicais livres.

Onde pode ser encontrado?
As principais fontes de alimentos ricos em zinco são:
Ostras, camarão, carne de vaca, frango e de peixe,

Gérmen de trigo, grãos integrais, castanhas, cereais, legumes e tubérculos (batata doce, mandioquinha, cara, inhame)

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Granola: Alimento Bom ou Ruim?

A Granola pode ser um alimento aliado a boa alimentação, mas se consumida de forma inadequada, pode se tornar uma inimiga a sua alimentação.
Mas porque?

A granola é basicamente uma fonte de carboidrato. E Muitas vezes um dos primeiros ingrediente dela (que sempre é o que esta em maior quantidade) pode ser o açúcar.
Ao mesmo tempo ela pode ser um bom alimento quando tiver o açúcar mascavo ou mel como ingrediente ao invés do açúcar branco, e eles estiverem mais para o fim da lista de ingredientes. E melhor ainda se não tiver nenhuma fonte de açúcar entre os ingredientes. Ela ainda é uma boa fonte de fibras, que reduzem a absorção do açúcar e gorduras e ainda ajuda a regular o funcionamento do intestino.
Então, o que eu recomendo é no máximo 2 a 3 col (sopa) de granola por refeição. Mas isso varia muito de pessoa para pessoa, pelo metabolismo, quantidade de exercício, hábitos de vida. Por isso, uma dieta personalizada é fundamental!

Então as dicas são:
  • Prefira granolas com menos de 25g de carboidrato na porção de 40g
  • Prefira granolas que tenham açúcar mascavou ou mel, sempre para o final da lista de ingredientes, ou que não tenham nenhum tipo de açúcar
  • Fique atento, algumas granolas naõ colocam o açúcar mas colocam: Maltodextrina, que é um tipo de açúcar, então acabamos trocando 6 por meia duzia!
  • Prefira granolas que tem bastante fibra, o ideal é que tenha acima de 2g de fibra por poção
  • Prefira granolas que tenham frutas secas em sua composição
  • Como ela é uma fonte de carboidrato, opte pelo consumo dela associado a uma fonte de proteína, como um iogurte, ou a um mix de nuts. 
  • Evite consumi-la com fruta, pois desta forma você irá consumir grande quantidade de carboidrato de uma vez só!

 Essas foram as dicas. Agora você já sabe o que ficar atento quando for consumir uma granola. Sem radicalismo, consuma de forma consciente!

Bjo e ótimo dia!

terça-feira, 3 de maio de 2016

Dieta Paleolitica! Vamos entender um pouco sobre ela?

Certamente você já ouviu falar na dieta paleolítica. Mas, sabe qual a sua fundamentação e o que ela pode trazer de bom para você?

Esta dieta é caracterizada por adoção de hábitos alimentares semelhantes aos dos nossos ancestrais que viveram entre 40 000 e 10 000 anos antes de nós e, que baseavam sua alimentação em alimentos mais “naturais”, com o consumo de frutas, hortaliças, castanhas, raízes e tubérculos, além de carnes, que eram adquiridas por meio da caça e pesca.

Beeeeem diferente da nossa alimentação atual, que está baseada em refeições rápidas, comida em exagero, horários irregulares e alimentos ricos em aditivos químicos, gordura, açúcar e sódio. O que nos leva a absorção inadequada de nutrientes e de quebra a ingestão de compostos que podem ser tóxicos. Todos estes pontos trazem prejuízos ao nosso organismo e, as consequências você já sabe... Obesidade, hipertensão, dislipidemias, doenças cardíacas e por ai vai...


“Vale ressaltar que apesar da expectativa de vida de nossos ancestrais ser mais baixa do que a nossa (em torno de 50 anos), as principais causas de morte eram acidentes e doenças parasitárias, pouquíssimos os que faleciam em decorrência de alguma doença crônica, muito presente na atualidade”.
 O argumento dos defensores dessa dieta é que o DNA humano não está adaptado para comer alimentos industrializados e cereais.

Como a ingestão de frutas e hortaliças era marcante, o consumo de fibras era alto, chegando em média a 46g. O consumo de sódio era baixo, menor do que 1000mg/dia, e o do potássio era alto, acima de 10.000mg/dia. A ingestão de cálcio era aproximadamente 1620mg por dia, advindos das plantas forrageiras e da carne de cervo, excedendo os requerimentos mínimos. “Detalhe”... Sem leite e derivados...

Essa ingestão contraria nossas recomendações atuais.

Para definir melhor a constituição da dieta paleolítica vamos usar o principio da exclusão, já que excluem-se: açúcar ou quaisquer alimentos adoçados, cereais e todos os produtos á base de cereais, batata, leguminosas (feijão, soja e lentilhas), leites e todos os seus derivados (apesar de poderem ser consumidos crús, devem ser evitados por serem da era pós-agricultura), alimentos que não são comestíveis crús sem processamento são excluídos dessa dieta. Isso por que na era paleolítica, não havia fogo, e alguns alimentos crus eram tóxicos, como é o caso da macaxeira (mandioca brava). Ou seja, ela inclui basicamente carnes magras, peixes, ovos, oleaginosas, vegetais e frutos orgânicos e muito raramente pode ser usado mel.

Do ponto de vista nutricional está dieta apresenta várias características interessantes:
• Rica em fibras;
• Rica em proteínas;
• Tem grande quantidade de óleos poliinsaturados - ômega 3;
• Rica em vitaminas, minerais e antioxidantes;
• Pouca gordura saturada;
• Não tem carboidratos de alto ou médio índice glicêmico (que elevam mais a quantidade de açúcar no sangue);
• Sem leite e derivados;
• Evita alimentos industrializados;
• Dieta pouco alergênica.
Muitos estudos mostram que mudanças nos hábitos alimentares baseados nesta dieta podem ser favoráveis na redução de doenças crônicas não transmissíveis (diabetes, hipertensão, colesterol elevado e doenças cardíacas).

E como aplicar essa dieta no dia a dia de hoje?
• Comer alimentos integrais, naturais e frescos; evitar alimentos altamente processados e de alto índice glicêmico;
• Consumir uma dieta rica em frutas, hortaliças, nozes, e sementes e baixa em grãos refinados e em açúcares.
• Aumentar o consumo dos ácidos graxos ômega-3 através do consumo de peixe e das fontes vegetais;
• Evitar gorduras trans e limitar a ingestão de gorduras saturadas, ou seja, eliminar alimentos fritos, margarinas, produtos de pastelaria e os alimentos industrializados. Incorporar azeite de oliva na dieta;
• Aumentar o consumo de proteína magra, sem pele, de peixes, além de cortes magros da carne vermelha, e logicamente proteína vegetal, como tofu, shitaki, grãos germinados.
• Evitar produtos lácteos ricos em gordura, carnes embutidas, defumadas e curadas;
• Beber água em abundância;
• Praticar exercícios diariamente.


Mas é importante lembrar que a alimentação para cada individuo é diferenciada, portanto, em vez de simplesmente adotarmos um padrão de dieta, deve-se procurar um profissional capacitado para lhe ajudar a fazer as melhores escolhas.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Gengibre Ajuda a Reduzir Cólicas

Desde que comecei a estudar os alimentos e suas funções me abri para um Mundo novo, onde percebi que a alimentação pode ser uma auxiliar não somente para matar a fome, mas também para ajudar a diminuir dores, incomodos ou até promover melhora da saúde e bem estar. 
Dentre esses alimentos está o Gengibre. Ele é um alimento super bacana pois pode entrar em receitas doces ou salgadas, tem sua forma in natura, ou em pó e pode ser bem prático no dia a dia. 
Função: 
O gengibre possui uma ação boa para a digestão, ajuda a acelerar o metabolismo e principalmente  tem ação antiinflamatória, e é sobre esta ultima ação que irei falar hoje.
Gengibre Antiinflamatório:
Uma revisão de estudos afins foi realizada por pesquisadores dos Estados Unidos e Coréia do Sul para avaliar a eficácia do gengibre no alívio da dor relacionada ao fluxo menstrual. A meta-análise desses dados mostrou um efeito significativo na redução da dor no grupo que tomou gengibre. Uma redução significativa do risco de dor de 15%. A explicação pode estar no efeito na ação antiinflamtória do gengibre que age, a exemplo dos medicamentos halopáticos, suprimindo a produção de prostaglandina. Ponto para o gengibre que se já havia se mostrado efetivo em casos de dor associada à artrite reumatóide, osteoartrite, queimaduras e até dor lombar crônica.
 Não vale generalizar:
Antes que o gengibre seja promovido de status entre as mulheres cabe mencionar que o gengibre não funcionou como analgésico para outras patologias, tais como afecções musculares e merece, portanto, novos estudos. Outro ponto positivo é que o gengibre na dose de até 1.5 gr/dia parece ser bem seguro e bem tolerado pelo organismo. Pelo jeito vem aí um novo balsamo para as mulheres.  Viva o gengibre.
Fonte:
(Daily et al. Efficacy of Ginger for Alleviating the Symptoms of Primary Dysmenorrhea: A Systematic Review and Meta-analysis of Randomized Clinical Trials. Pain Med. 2015)
http://dralexandrefaisal.blogosfera.uol.com.br/2015/08/28/gengibre-e-opcao-para-alivio-das-colicas-menstruais/

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