terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Nutrientes Certos para queda de cabelo e Unhas Fracas.

Uma das perguntas da minha anamnese é relativa à queda de cabelo e ao aspecto das unhas. E na maioria das vezes as pessoas reclamam em relação a estes dois aspectos.
Algumas pessoas estranham quando chega nesta parte do questionário, pois acreditam que a nutrição e a reeducação alimentar são apenas para emagrecimento. Mas estão enganadas.
A nutrição é bem mais ampla do que isto. Quando você se alimenta, coloca dentro do seu corpo nutrientes, que podem gerar benefícios ou malefícios para seu corpo.
Os benefícios irão surgir quando você conseguir associar bons hábitos alimentares à qualidade alimentar. Ou seja:

BONS HÁBITOS:
Boa mastigação + alimentação fracionada (comer de 3 em 3 horas) + não tomar líquidos com a refição + tornar a refeição um momento de prazer

QUALIDADE ALIMENTAR:
Ingestão adequada de legumes, verduras e frutas + consumo adequado de água + consumo alimentos integrais + alimentação colorida + baixa ingestão de produtos industrializados, gordura e açúcar.

Em relação às unhas e cabelo o importante é destacar o consumo de alimentos ricos em;

ZINCO, como carnes magras, frango, peixe, frutos do mar, semente de abóbora, castanhas e amêndoa e alimentos integrais.

BETA CAROTENO, presente em alimentos alaranjados, como abóbora, cenoura, pimentão e nas folhas verde escuras

VITAMINAS DO COMPLEXO B: presentes nas carnes magras, frango e peixe, aveia, feijão, lentilha, grão de bico.

FRUTAS CÍTRICAS: como laranja, limão, maracujá e também a goiaba. Todas ricas em vitamina C, que ajuda na absorção do colágeno.


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Linhaça! Conheça seus benefícios




Esse alimento é reconhecidamente um dos mais ricos em Ômega-3 e Ômega-6 existentes  na natureza, além de possuir vários outros nutrientes benéficos, como as fibras e os compostos fenólicos, que exercem importante papel antioxidante. A recomendação da proporção entre o Ômega-3 e o Ômega 6 na dieta é de 1:4, respectivamente, sendo que a quantidade presente no óleo da linhaça é de 1:3, muito próxima da ideal.

TPM
Dentre os benefícios desses ácidos graxos essenciais, destacam-se o alívio dos sintomas do período pré-menstrual, por diminuir a retenção de líquidos.

Câncer
Aumenta  a proteção contra danos celulares e, consequentemente, contra doenças como o câncer

Menopausa
Além disso, as lignanas presentes na linhaça possuem compostos importantes na menopausa por serem um agente natural na reposição do estrógeno. 

Intestino Preso
Outros benefícios bastante conhecidos são o poder de melhora na digestão, por conter fibras melhora o funcionamento do transito intestinal. Reduzindo sintomas de prisão de ventre.

Doença Cardiovascular
Uma ação bem conhecida da linhaça é no combate às doenças crônicas, como colesterol elevado e glicemia também elevada. Ele contém ômega 3, substância com ação pontual contra o colesterol ruim.

Viu quanto benefícios? Legal, né?!

Portanto insira ela no seu dia a dia, acrescentando na salada, na fruta do café da manhã e até deixando em uma quantidade pequena em água para forma um gel ter uma ação mais efetiva para seu intestino e colesterol!

Aproveite!
Se cuide!

Geladinho de Melancia e Hortelã - Nutritivo e refrescante!


Muitas vezes bate aquela vontade de comer algo no meio da tarde refrescante e prático. Pois é, quando ví esta ideia de geladinho achei ótima. Pois com ela é possível se manter saudável com a sensação de infância. Não é mesmo?! E ainda por cima é prático e fácil.

A melancia é uma boa fruta, pois é rica em água, e fibras. O hortelão possui ação calmante no estômago, melhorando a digestão!

Portanto, aproveite!
Ingredientes
200 ml de água de coco
½ melancia pequena
1 xícara (chá) de adoçante culinário sucralose
1 colher (sopa) de folha de hortelã picada
Modo de preparo
1. Bata todos os ingredientes no liquidificador.
2. Coloque o suco em saquinhos para geladinho e leve ao congelador até endurecer.
3. Retire o sorvete dos saquinhos e sirva-os em uma caneca.


Rendimento: 10 unidades
Tempo de preparo: 10 minutos
48 kcal cada geladinho de água de coco com melancia e hortelã

Fonte: Dieta Já

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

O que é que o gergelim tem?


Ele dá um toque saboroso às receitas e ainda promove um monte de benefícios ao organismo. Descubra o que essa semente tem de tão especial


Discreta no tamanho porém marcante no sabor, a semente de gergelim já era utilizada há pelo menos 5 mil anos em terras chinesas. De acordo com o livro Dicionário Gastronômico: Ervas e Especiarias (Editora Boccato), de Nelusko Linguanotto Neto, escravos africanos levaram os grãos para a América e a Índia Ocidental na convicção de que trariam sorte.

Atualmente, o gergelim nasce em países como Índia, México, Paquistão, Sudão e Nigéria, e se apresenta nas variedades branca, castanha e preta. Se sua fama de talismã não se comprovou, pelo menos agora a ciência sabe que ele pode beneficiar – e muito! – o nosso organismo.

Ao lado do azeite de oliva, das nozes e do amendoim, fazem parte dos alimentos que são fonte de um tipo de gordura do bem: as monoinsaturadas. A grande vantagem desses lipídios é reduzir os níveis de colesterol ruim no sangue, o LDL.

Com alto teor de proteínas, gorduras e carboidratos, as sementes de gergelim também são ricas em minerais como o fósforo e o cálcio. Mas o melhor vem agora: segundo novas pesquisas incluí-las na dieta diariamente ajuda a emagrecer. Agora responda: dá para deixar esse alimento fora da dieta?

Como incluí-lo no cardápio
Ele aparece em receitas de massas de pão e biscoitos, salpicado em saladas ou servido com peixes e carnes. É a partir de uma pasta espessa de sementes de gergelim que se obtém o tahine, muito usado na culinária do Oriente Médio. Ela vai bem ao lado de aperitivos e sanduíches e pode ser usada para aromatizar pratos de vegetais ou frutas. 

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Cranberry, todos os benefícios! Se jogue!


Com certeza você já deve ter ouvido algo sobre essa frutinha. Ela não é uma fruta tipicamente brasileira e isso a torna um pouco mais cara. Mas seus benefícios são inúmeros.
 Vamos conhecer um pouco mais sobre essa fruta vermelhinha?
Infecção Urinária: O Cranberry tem uma ação bem difundida entre as mulheres. Ele auxilia a reduzir a incidência de infecção urinária.  Na realizadade seriam necessários mais estudos para dizermos com certeza que ele possui esta ação, mas na prática vemos um resultado legal.

Antioxidante: assim como todos os Berrys, o cranberry é Antioxidante. E o que significa isso? Ele reduz a produção dos radicais livres, substâncias que aumentam o envelhecimento da célula e consequentemente de nosso corpo.

 Gastrite: Outra ação interessante é no combate a dores de estômago e gastrite, causada pela H. Pylori. O cranberry possui uma substância chamada: Proantocianidinas, que previne a fixação da H. Pylori na mucosa estomacal.

Indicação: É recomendado o consumo de 200ml do suco por dia.
Contra indicação:  produto deve ser utilizado com precaução em crianças menores de dois anos, durante a gravidez e a amamentação

Fonte: Notícias Uol Saúde

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Nutricionismo


O termo foi cunhado por Gyorgy Scrinis na década passada e dá nome livro que ele vai lançar em 2013 (em inglês). Mas quem tornou o termo famoso foi meu ídolo Michael Pollan.

Nutricionismo é uma concepção reducionista da comida, que de tanta importância que dá ao conteúdo energético e aos nutrientes conhecidos (proteínas, gorduras, carboidrados e tals) presentes nos alimentos, acaba levando a gente a acreditar que não precisa de alimentos, e sim de nutrientes.

O nutricionismo é perigoso porque vende a ideia de que, adicionando nutrientes a qualquer coisa, essa coisa se torna alimento. E também porque finge que a ciência da nutrição sabe absolutamente tudo sobre os alimentos. Quem disse que a comida não contém trocentas outras substâncias que ninguém ainda descobriu? Quem disse que todas as interações entre a comida e a saúde já foram estudadas? Como é que, sem saber tudo, a nutrição pode decretar que basta ter nutrientes e pronto?

Você deve conhecer um monte de coisas adicionadas de nutrientes que são na verdade produtos comestíveis disfarçados de comida. Os supermercados são especializados nesse tipo de coisa. E, quanto mais nutrientes adicionam a essas coisas, mas a gente é levada a acreditar que essas coisas são nutritivas e saudáveis.

Há quem diga que, quanto mais uma coisa diz, por meio de frases em seu rótulo, que é saudável, mais a gente deveria fugir dela. Porque o que é comida de verdade normalmente não diz nada, nem precisa dizer nada para convencer o público de que faz bem, porque a gente já sabe.

Eu diria que, se parece difícil distinguir no supermercado entre o que é e o que não é saudável, devido à confusão de tabelas, alegações e números difíceis de calcular, talvez a gente devesse parar de procurar nutrientes e voltar a procurar comida. Quão comida e quão produto-imitação-de-comida é isso que você está pensando em comprar?

Mark Bittman, um jornalista americano que também gosta desse tema, escreveu um artigo recentemente defendendo um modelo de rótulo que diga justamente qual é o teor de comida presente nos produtos comestíveis. Ele chamou isso de "foodness". Genial, né?

Enquanto esse rótulo não existe, fica a dica do nutricionismo. Examinar a composição nutricional dos produtos é legal, mas não vá achar que é só isso que importa. Na dúvida, coma comida.

Texto Retirado do site: Uma Equilibrista 

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Vontade por doce pode ser desencadeada pela Ansiedade.



Olá pessoal, essa tarde estava lendo um artigo sobre tratamento multidisciplinar na obesidade e achei uns trechos muito interessantes, por isso resolvi partilha-los com vocês.

O primeiro fala a respeito do desejo por doces em momentos de ansiedade

O consumo de carboidratos está associado a tensões, ansiedade, fadiga mental e depressão. Alguns autores postulam que, ao longo do processo evolutivo, o cérebro foi programado a procurar substâncias de sabor doce, como fonte de nutrientes e energia. Tal comportamento parece ocorrer devido ao fato de que receptores do sabor doce estimulam a liberação de endorfinas, considerada o "ópio" corporal. Isto pode explicar porque, em períodos de tensão e ansiedade, muitas pessoas procuram alimentos doces.
Interessante, não é mesmo?! Então vejam, aquela vontade de comer doce principalmente no final da tarde tem uma razão. Você quer aumentar o seu prazer e o doce faz isso com você!

Mas o que fazer?

Não se descabele, pois existem alternativas. A primeira é regular seu corpo. Com a alimentação adequada, intestino regulado e células nutridas, e estresse equilibrado, os seus receptores de doce não ficarão tão ativos e sua vontade pelos docinhos irá diminuir.





Além disso, se a vontade de doce continuar, opte por fontes mais saudáveis, como a: banana com canela e cacau, ou frutas secas, castanhas e sementes de girassol e de abóbora, ou até 2 quadradinhos de chocolate (2 quadradinhos podem, o que não vale é uma barra inteira!)



O segundo ponto fala a respeito da relação Nutri/Paciente e do trabalho em equipe dos 2 e da importância da autoestima do paciente.

Em relação aos aspectos emocionais em geral, o sucesso do tratamento de reeducação alimentar deve ser calcado na elevação da autoestima, estímulo à força de vontade e à motivação do paciente, a fim de que este mantenha uma boa relação consigo mesmo, aumentando assim a confiança, compreensão e paciência para alcançar suas metas. Esse ponto é considerado fundamental, tendo em vista que o simples fato de iniciar um tratamento para emagrecer pode aumentar a ansiedade do paciente e desestabilizar as questões relacionadas à ingestão alimentar.

Portanto se sentir bem consigo mesmo é fundamental!

Bom por hoje é só pessoal! Adorei escrever este post! Muito esclarecedor!

beijinhos


Referência: 
[1] Ades L; Kerbauy RR. Obesidade: realidades e indagações. Psicol. USP, São Paulo, 2002; 13(1);23-31.
[2] Porto MCV, Brito IC, Calfa ADF, Villela NG, Fonseca MH, et al. Obesidade: Tratamento. Ars Cvrandi, 1999;32(8):31.
[3] De Souza, CAM. O papel da mudança comportamental no tratamento da Obesidade. Monografia: Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação. Universidade do Porto. Portugal, 2010.
[4] Bernardi F, Cichelero C, Vitolo MR. Comportamento de restrição alimentar e obesidade. Rev. Nutr., 2005; 18(1):85-93.
[5] Anderson DA, Wadden TA. Tratando o paciente obeso. Sugestões para a prática de atendimento primário. JAMABrasil, 2000; 4(5):3172-3188.
[6] Souza JMB, De Castro MM, Maia EMC, Ribeiro AN, et al. Obesidade e tratamento: desafio comportamental e social. Rev. bras.ter. cogn. 2005; 1(1): 59-67.
[7] Heller DCL, Kerbauy RR. Redução de peso: identificação de variáveis e elaboração de procedimentos com uma população de baixa renda e escolaridade. Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva, 2000; 2(1):31-52.
Portal Nutri Saúde Nestlê

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